segunda-feira, 12 de maio de 2014
Resumo do livro " o misterio do caderninho preto "
Maria Emília e uma garota de 15 anos . Ela gosta de um menino mas o menino não gosta dela . O seu melhor amigo se chama Pedro e eles tem a ideia de escrever um livro .
Ao pensar no assunto eles reparam que o professor Batista tem um misterioso caderninho preto e decidem fazer uma história sobre o caderno .
O caderninho era muito misterioso e secreto pois o professor não deixava ninguém chegar perto e o levava para todos os lugares .
O caderninho some ..............
No final eles ( Pedro e Maria Emília) descobrem que o caderninho na verdade não era sobre mistérios ou o que o professor fazia , observava e outras coisas mais sim era o professor Batista estava escrevendo um livro ( TADINHOOOO foi acusado sem provas )
Ao pensar no assunto eles reparam que o professor Batista tem um misterioso caderninho preto e decidem fazer uma história sobre o caderno .
O caderninho era muito misterioso e secreto pois o professor não deixava ninguém chegar perto e o levava para todos os lugares .
O caderninho some ..............
No final eles ( Pedro e Maria Emília) descobrem que o caderninho na verdade não era sobre mistérios ou o que o professor fazia , observava e outras coisas mais sim era o professor Batista estava escrevendo um livro ( TADINHOOOO foi acusado sem provas )
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| recomendo esse livro |
terça-feira, 29 de abril de 2014
Não e difícil criar uma história
Nova Cinderela :
Cinderela era uma menina que tinha perdido o pai muito nova , logo que o perdeu a madrasta tomou posse de todos os bens que o pai havia deixado para ela .
Um certo dia encontrou um príncipe,que estava desesperado pois levou um fora de uma princesa .
Ele levou o sapatinho de cristal da ex-namorada e falou que em quem coubesse seria a sua esposa .
Cinderela tirou o sapato mais estava com tanto chulé que que o príncipe desmaiou ( O DÒÓÓÓ)
Quando o príncipe acordou Cinderela estava com o sapato (mais agora sem chulé !UFA )
O príncipe ficou maravilhado com a beleza de Cinderela eles se casaram tiveram três filhos , os três filhos fugiram de casa . Os pais entraram em depressão , chamaram a assistente social que os achou e os levou as pais .
POR ENQUANTO NÃO FUGIRAM MAIS .........
FIM
Cinderela era uma menina que tinha perdido o pai muito nova , logo que o perdeu a madrasta tomou posse de todos os bens que o pai havia deixado para ela .
Um certo dia encontrou um príncipe,que estava desesperado pois levou um fora de uma princesa .
Ele levou o sapatinho de cristal da ex-namorada e falou que em quem coubesse seria a sua esposa .
Cinderela tirou o sapato mais estava com tanto chulé que que o príncipe desmaiou ( O DÒÓÓÓ)
Quando o príncipe acordou Cinderela estava com o sapato (mais agora sem chulé !UFA )
O príncipe ficou maravilhado com a beleza de Cinderela eles se casaram tiveram três filhos , os três filhos fugiram de casa . Os pais entraram em depressão , chamaram a assistente social que os achou e os levou as pais .
POR ENQUANTO NÃO FUGIRAM MAIS .........
FIM
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Ruth Rocha
Ruth Rocha (1931) é escritora brasileira, especializada em livros infantis. Foi eleita para a cadeira nº 38 da Academia Paulista de Letras. Seu livro "Marcelo, Marmelo, Martelo", vendeu mais de 1 milhão de cópias.
Ruth Rocha (1931) nasceu em São Paulo, no dia 2 de março de 1931. Tem formação em sociologia e atuou na área de educação. Escreveu para a Revista Cláudia, voltada para o público feminino. Escreveu também para a revista Educação.
Influenciada pelo escritor Monteiro Lobato, iniciou a carreira de escritora em 1976, com o livro, "Palavras Muitas Palavras". Porém, sua obra mais famosa é "Marcelo, Marmelo, Martelo", com tradução para diversas línguas. Mas sua escrita é rica também em conteúdos sociais, como por exemplo, o livro "Uma História de Rabos Presos", lançado no Congresso Nacional brasileiro, em 1989. Em 1990, lançou na sede das Organizações das Nações Unidas o livro "Declaração Universal dos Direitos Humanos Para Crianças".
Foi condecorada em 1998, pelo então Presidente Fernando Henrique Cardoso, com a Comenda da Ordem do Ministério da Cultura. Ganhou quatro prêmios Jabuti, considerado de grande valor para quem atua no ramo literário no Brasil, com destaque para o livro "Escrever e Criar", lançado em 2002.
Ruth Rocha foi escolhida para fazer parte do Pen Club-Associação Mundial dos escritores, localizada no Rio de Janeiro.
Ana Maria Machado
Na vida da escritora Ana Maria Machado, os números são sempre generosos.
São 40 anos de carreira, mais de 100 livros publicados no Brasil e em
mais de 18 países somando mais de dezoito milhões de exemplares
vendidos. Os prêmios conquistados ao longo da carreira de escritora
também são muitos, tantos que ela já perdeu a conta. Tudo impressiona na
vida dessa carioca nascida em Santa Tereza, em pleno dia 24 de
dezembro.
Vivendo atualmente no Rio de Janeiro, Ana começou a carreira como pintora. Estudou no Museu de Arte Moderna e fez exposições individuais e coletivas, enquanto fazia faculdade de Letras na Universidade Federal (depois de desistir do curso de Geografia). O objetivo era ser pintora mesmo, mas depois de doze anos às voltas com tintas e telas, resolveu que era hora de parar. Optou por privilegiar as palavras, apesar de continuar pintando até hoje.
Vivendo atualmente no Rio de Janeiro, Ana começou a carreira como pintora. Estudou no Museu de Arte Moderna e fez exposições individuais e coletivas, enquanto fazia faculdade de Letras na Universidade Federal (depois de desistir do curso de Geografia). O objetivo era ser pintora mesmo, mas depois de doze anos às voltas com tintas e telas, resolveu que era hora de parar. Optou por privilegiar as palavras, apesar de continuar pintando até hoje.
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Pedro Bandeira
Pedro Bandeira (1942) é escritor brasileiro de livros infanto-juvenis. Destacou-se com a obra "A Droga da Obediência". Recebeu, entre outros, o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro em 1986, e a Medalha de Honra ao Mérito Bráz Cubas, da cidade de Santos, em maio de 1012.
Pedro Bandeira (1942) nasceu em Santos, São Paulo, em 9 de março de 1942. Estudou o curso primário no Grupo Escolar Visconde de São Leopoldo. O ginásio e o curso científico no Instituto de Educação Canadá. Dedicou-se ao teatro amador, até mudar para a capital, onde estudou Ciências Sociais na Universidade de São Paulo (USP). Casou-se com Lia, com quem teve três filhos: Rodrigo, Marcelo e Maurício.
Além de professor de Literatura Brasileira e Portuguesa, para o ensino médio, trabalhou em teatro profissional até 1967 como ator, diretor, cenógrafo e com teatro de bonecos. Mas, desde 1962, já trabalhava também na área de jornalismo e publicidade, começando na revista "Última Hora" e depois na "Editora Abril", onde escreveu para diversas revistas e foi convidado a participar de uma coleção de livros infantis.
Em 1972 começou a escrever histórias para crianças, publicadas em revistas e vendidas em bancas de jornal. Em 1983 publica seu primeiro livro "O Dinossauro Que Fazia Au-Au", voltado para as crianças, que fez um grande sucesso. Mas foi com "A Droga da Obediência", voltado para adolescentes, que ele considera seu público alvo, que se consagrou.
Desde 1983, Pedro Bandeira dedicou-se inteiramente à literatura. Ele garante que a experiência em jornais e revistas o ajudaram como escritor, uma vez que o jornalista é obrigado a estar preparado para escrever sobre quase tudo. Ele escrevia para revista de adolescente e para publicações técnicas. Foi aprendendo a criar um estilo para cada público.
Estudou psicologia e educação para entender em que faixa etária a criança acha o pai herói, com qual idade acha ele um idiota e quando está pronta para questionar tudo e todos. "Sem esse conhecimento é impossível criar um personagem com o qual o leitor que você pretende atingir se identifique". A inspiração para cada história, segundo o autor, vinha de livros que leu e nos acontecimentos de sua própria vida.
Criatividade nunca faltou ao santista, mas quando isso acontece, Pedro abre o e-mail de seu computador e começa a ler mensagens e cartas que recebe semanalmente de seus leitores de todo Brasil. "As vezes tiro idéias das cartas porque o conteúdo das mensagens são os mais diversos. Tem quem pede conselho sentimental, outros dizem que não se dão bem com os pais e já recebi até carta de presidiário. Tento responder a todas".
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